Com bastante frequência ouço referir a expressão ”papel regulador do Estado” e a respectiva “grande importância”, dizem, para “regular a economia e o mercado”. Há quem vá mais longe e diga que o dito “papel regulador” terá como fim “garantir a justiça social e a igualdade”.
Quando vejo um Estado a regular e a ser regulado como o nosso, questiono-me se andaremos todos a regular bem da cabeça. E aí a melhor sugestão que posso dar é: regulem-se como puderem e se roubarem, forem intromissivos e autoritários, mais não fazem que o regulador-mor. O dito Estado. O tal “garante” da “justiça” e da “igualdade”.
Bastante criativo!