Arquivo de Dezembro, 2007



29
Dez
07

e dura…

Uma dúvida me assola o pensamento, vejam bem: Carlos Santos Ferreira, Armando Vara e Victor Fernandes já abandonaram a CGD, mas e se perdem as supostas eleições para o BCP ou se a lista se esfuma no ar que vai ser feito destes senhores?

Como sobreviveram assim sem emprego?

Ocorre-me desde já a ideia de propor um movimento de solidariedade… coitados destes homens!

Ronin

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29
Dez
07

Os Custos da Racionalização do SNS (ii)

Segundo informações que recolhi no serviço de urgências do hospital de Vila Real, o serviço tem capacidade para 9 internamentos, i.e. 9 camas disponíveis.

Aquando do surto de gripe occorido este ano, só do concelho de Vila Real, ficaram internadas 42 pessoas.

Não seria importante, antes de encerrarem outros serviços, capacitar (a todos os níveis) os restantes para receberem essas pessoas?

29
Dez
07

Os Custos da Racionalização do SNS

Hoje de madrugada, por motivos de saúde dum familiar, tive que me deslocar ao serviço de urgências do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, logo no primeiro dia após o encerramento dos SAP’s de Alijó, Vila Pouca de Aguiar, Murça e Peso da Régua.

Aí, verifiquei uma situação que me fez pensar nas declarações do Ministro da Saúde, ao referir que estas populações ainda iriam agradecer estes encerramentos. Um paciente, entrou no serviço de urgências por volta da 01:00 transportado numa ambulância dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua, sendo que essa mesma ambulância voltou imediatamente para a sua origem (porque, segundo o bombeiro, já poderia estar a ser necessária).

Por volta das 02:30 esse mesmo utente teve alta hospitalar e, visto que na família apenas ele conduz, verificou a existência de duas possibilidades para regressar:

  1. esperar pela manhã para se deslocar de autocarro;
  2. alugar um táxi para fazer essa viagem de 25 km;

Felizmente, digo eu, seria uma família sem grandes dificuldades financeiras, optando por alugar um taxi e regressar ao Peso da Régua.

Mas, e se não tivessem essa possibilidade? Se não tivessem condições financeiras (e o país não está tão bem quanto isso !!!) para alugar um taxi para esse efeito?

Relembro apenas que a saúde em Portugal é, tendencialmente, gratuíta…

28
Dez
07

e dura…

mas nem o mais criativo dos escritores de novelas da TVI tinha imaginação para tanto…

Miguel Cadilhe resolve estragar a vida ao PS

Não perca os próximos capítulos porque nós também não!!

Ronin

28
Dez
07

O papel regulador

Com bastante frequência ouço referir a expressão “papel regulador do Estado” e a respectiva “grande importância”, dizem, para “regular a economia e o mercado”. Há quem vá mais longe e diga que o dito “papel regulador” terá como fim “garantir a justiça social e a igualdade”.

Quando vejo um Estado a regular e a ser regulado como o nosso, questiono-me se andaremos todos a regular bem da cabeça. E aí a melhor sugestão que posso dar é: regulem-se como puderem e se roubarem, forem intromissivos e autoritários, mais não fazem que o regulador-mor. O dito Estado. O tal “garante” da “justiça” e da “igualdade”.

28
Dez
07

Lesboa

Não sei como é que é com vocês que me estão a ler mas eu não confio num presidente que não sabe pronunciar o nome da cidade a cuja câmara preside.

28
Dez
07

Um saco cheio de medos

Hoje vou-vos contar mais uma alegoria/historia (eta).

Era uma vez….uma macaquita. Pequenina mas que queria ser grande, muito grande. Mais esperta que as suas amigas e irmãs macaquitas. Estudou, estudou, estudou mais ainda,  até que um dia tinha já alargado sobremaneira os horizontes da sua mente. Conseguia finalmente focar a ponta do seu nariz.

 Esta macaquita, que por vezes se distraia e era só uma macacinha engraçada, visualizou uma bolsa com algo que ela precisava muito. Correu, correu, fez  e aconteceu e conseguio deitar mãos a essa bolsa. Tinha agora o retoque que a demarcava das outras macaquitas e macaquitos. Finalmente uma marca de distinção credivel.  Podia agora almejar um galhito mais alto na arvore que a sua mente construio, real  pelas macaquices vividas com os outros  macaquitos.

 Para subir de galho, agora com a bolsa, equipou-se com um saco de equipamento, um saco cheio de medos. Este equipamento assegura-lhe a sobrevivencia, mesmo nas situações mais agrestes, podendo agora legitimar pequeninas macaquices, mas que lhe davam um gozo imenso, do tamanho do comprimento do seu nariz.

 Tem uma mão já no galho que pretende, escutando a voz da sua professora, que lá do alto dos galhos mais altos e mais frágeis, porque mais finos e quebradiços, lhe vai bochechando a informação construida naquela fragilidade, enquanto alterna a sua verborreia com deglutições sofregas dos poucos frutos disponibilizados pela arvore.

 Gostava de um dia poder dizer a essa criatura de Deus, que a fruta não faz mal a ninguém se for comida com moderação e sem quebrar galhos, que são os que a sustentam. A bolsa é sua, mas não a troque por um saco de medos.




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