Arrochadas (2.0)

Contentamento de pobres

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Sócrates hoje mostrou-se satisfeito com o crescimento de 1,9% do PIB em 2007, mas este número merece ser analisado em duas vertentes: primeiro convém definir “o nosso esforço” de que fala o primeiro-ministro, é que este foi um crescimento realizado às custas da classe média que sempre teve um papel fundamental na economia portuguesa, (e devido às contingências deixou de poupar, mas isto já são contas de outro rosário no futuro veremos).

Por outro lado estes 1,9% merecem ser analisados no seu papel quanto ao (des)emprego, todos sabemos que só com crescimento na casa dos 3 pontos se começa a criar emprego…

As previsões para 2008 também não auguram nada de bom, prevê-se que o crescimento do PIB nem os 2% atinja.

Por fim temos Teixeira dos Santos a afirmar que afinal que a crise do “subprime” que ainda a semana passada nem nos iria beliscar afinal pode bater à porta…

Para a fotografia vale o sorriso de ocasião…

Ronin

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