Se assumimos que o capital não tem território e que obedece a lógicas que não se prendem propriamente com o interesse do vulgar dos mortais, mais paradoxal se torna ainda a dependencia que criámos em relação ao oriente. É a mão de obra barata e o petróleo, por exemplo. A europa (pensando num projecto de desenvolvimento europeu) está encurralada entre sugadores que se movimentam no meio de todos impunemento sujeitando tudo à sua vontada e a a relação provavelmente desnecessária com o oriente. A nossa presença, e a negociação dos termos da mesma torna-se completamente desnecessária se nos desvincularmos destas dependencias. É possivel. Tavez não totalmente, mas é possivel. Os hibridos…. um caminho. Fontes de energia não poluentes que não passam pelo biodiesel (poluente). Será possivel que Portugal se sustente com base impostos aplicados a nivel interno nos utilizadores obrigatórios de combustivel fossil? É um sistema de circulação de capital que não gera riqueza com objectivos de desenvolvimento. Auto-financiamo-nos financiando o Estado com os impostos que nos são usurpados. Um Estado cleptocrata que não gera no cidadão a confiança de dar o seu investimento como bem aplicado.
Encurralados
Anúncios
Anúncios