Arquivo de Maio, 2008

31
Maio
08

Será isto o Estado de direito?

A situação na Docapesca de Matosinhos piorou depois das 15:00 de hoje, com a invasão das instalações pelos pescadores, que destruiram uma tonelada de peixe armazenado. Da invasão resultaram confrontos e ficaram feridos um polícia, atingindo com uma caixa de peixe na cabeça, e um pescador, disseram à Lusa testemunhas no local. Os pescadores em greve contra o aumento do preço dos combustíveis bloquearam o acesso à DocaPesca de Matosinhos a partir das 23:00 de sexta-feira, impedindo os comerciantes de levantar o peixe que já tinham adquirido.

… Não tarda muito teremos é o Estado de sítio.

31
Maio
08

A “Escola” da Luz

Do Benfica para a prisão há 7 meses

31
Maio
08

Justiça Social à moda de Portugal…

Iates têm gasóleo ao preço dos barcos de pesca

30
Maio
08

Bom fim-de-semana

29
Maio
08

Formas de Funcionamento do Mercado…

Bruxelas infligiu no total uma multa de 183 milhões de euros às cinco empresas envolvidas na concertação de preços: BP, Repsol, Cepsa, Nynas e Galp.

Um dia destes ainda aparece alguém a dizer que, talvez, isto também esteja acontecer nos combustíveis em Portugal. Obviamente que não… é o mercado a funcionar…

28
Maio
08

28
Maio
08

28 de Maio de 1926

Data na qual se deu o golpe militar que regenerou Portugal da balbúrdia sanguinolenta que foi a I República. Numa altura em que pouca esperança havia para o futuro da soberania de Portugal, país que batia em golpes militares e lutas pelo poder qualquer país latino-americano ou africano e com umas finanças depauperadíssimas, um grupo de pessoas conseguiu regenerar o Estado, em todos os aspectos fundamentais, e o País em geral, conseguindo reerguer o espírito de Nação e o orgulho nacional.
E assim foi durante décadas, até que como tudo nesta vida o espírito do Estado Novo anquilosou…
Mas, é sempre interessante relembrar a força regeneradora exemplificada neste golpe, quando tudo parece longe de qualquer esperança.
Perante a Nação, mal despertada do seu torpor, reanimando-se penosamente de um pessimismo doentio, forçada pelas circunstâncias a defender o seu nome, a sua vida e a sua histórica missão civilizadora, aquele que governa não pode ver interesse nas mudanças superficiais que deixam intacta a causa dos males, mas sim, e unicamente, nas profundas transformações económicas, sociais e políticas que dão origem a novos costumes e a novas concepções de vida social e os garantem.

António de Oliveira Salazar em “Como se Levanta um Estado” (mais informações sobre este livro postadas aqui)




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