Se por um lado devemos aceitar que nos digam: “vou à da minha mãe” sem que, de imediato, denunciemos o amoral à polícia, porque se trata de um regionalismo e porque estas diferenças devem ser respeitadas [nem sequer nos é permitido um insultozinho básico] não percebo qual é o problema das consoantes mudas e outras mudanças que tais que o Acordo nos quer impingir.
22
Maio
08
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