Author Archive for Pedro

05
Jul
08

Há quanto tempo eles o FARCem?

Até que nem é assim nada tão surpreendente nem chocante a presença das Farc na Festa do Avante, tendo em conta a lista de convidados de edições anteriores da dita: regimes totalitários, sanguinários e invasores os quais eram (e são-no apesar de já não existirem) tidos como modelos políticos e sociais pelo PC. Quanto às Farc, já desde as primeiras edições da festa elas lá estavam em conjunto com outra fauna que pululava e pulula na “grande festa” que é o terrorismo internacional.
Além disso, em plenos anos 80, já após a adesão de Portugal à CEE, podia ouvir-se dentro do reduto do PCP como ideia dominante que o caminho para o regime e sociedade ideais seria o golpe armado e nunca a partir da “democracia burguesa”.
Isto só para falar em tempos mais recentes…
Por isso, tanta surpresa com o quê? As FARC ao pé daquilo que eram os modelos de virtude do PCP, se calhar até ficam a perder uns pontinhos (leia-se mortes).

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05
Jun
08

Já não há pachorra…

… para as constantes greves dos funcionários da Metro do Porto, ou melhor para os consequentes atrasos, enchentes e falhas que atazanam a vida de quem não tem o EMPREGO certinho e direitinho e bem pago como os ditos funcionários.

31
Maio
08

Será isto o Estado de direito?

A situação na Docapesca de Matosinhos piorou depois das 15:00 de hoje, com a invasão das instalações pelos pescadores, que destruiram uma tonelada de peixe armazenado. Da invasão resultaram confrontos e ficaram feridos um polícia, atingindo com uma caixa de peixe na cabeça, e um pescador, disseram à Lusa testemunhas no local. Os pescadores em greve contra o aumento do preço dos combustíveis bloquearam o acesso à DocaPesca de Matosinhos a partir das 23:00 de sexta-feira, impedindo os comerciantes de levantar o peixe que já tinham adquirido.

… Não tarda muito teremos é o Estado de sítio.

28
Maio
08

28 de Maio de 1926

Data na qual se deu o golpe militar que regenerou Portugal da balbúrdia sanguinolenta que foi a I República. Numa altura em que pouca esperança havia para o futuro da soberania de Portugal, país que batia em golpes militares e lutas pelo poder qualquer país latino-americano ou africano e com umas finanças depauperadíssimas, um grupo de pessoas conseguiu regenerar o Estado, em todos os aspectos fundamentais, e o País em geral, conseguindo reerguer o espírito de Nação e o orgulho nacional.
E assim foi durante décadas, até que como tudo nesta vida o espírito do Estado Novo anquilosou…
Mas, é sempre interessante relembrar a força regeneradora exemplificada neste golpe, quando tudo parece longe de qualquer esperança.
Perante a Nação, mal despertada do seu torpor, reanimando-se penosamente de um pessimismo doentio, forçada pelas circunstâncias a defender o seu nome, a sua vida e a sua histórica missão civilizadora, aquele que governa não pode ver interesse nas mudanças superficiais que deixam intacta a causa dos males, mas sim, e unicamente, nas profundas transformações económicas, sociais e políticas que dão origem a novos costumes e a novas concepções de vida social e os garantem.

António de Oliveira Salazar em “Como se Levanta um Estado” (mais informações sobre este livro postadas aqui)

24
Maio
08

Pois…

O projecto da Expo’98 era um projecto que, quanto muito, era estratégico para a cidade de Lisboa. Não era um projecto nacional. O seu impacto estava limitado à cidade de Lisboa ou, na hipótese mais benevolente, à Área Metropolitana de Lisboa. Quem vive em Coimbra, no Algarve ou no Norte não ganhou nada com a Expo’98. Limitou-se a contribuir através dos impostos para a realização da obra. Do ponto de vista da cidade de Lisboa, os dinheiros públicos nacio­nais foram muito bem aproveitados. Do ponto de vista do resto do País foi um investimento na cidade mais rica do Pais sem qualquer retorno evidente para o restante território.

João Miranda in “O Diabo”, 20 de Maio de 2008

13
Maio
08

O mundo segundo Dias da Cunha

A presença de Dias da Cunha no Prós e Contras de ontem teve a nobre função de representar a ideia-chave-mestra que ainda resta da mentalidade portuguesa de outrora: tudo tem de ser resolvido e regulado pelo Estado.
O Estado, essa entidade supra-humana, infalível, que existe para lá do Homem e da Sociedade.

– Se o árbitros arbitram mal (leia-se: “gamam o meu Sporting”) chame-se o Estado para regular e regulamentar a situação.
– Se os clubes entram em crise, pois que vá o Estado ver o que se passa. Se calhar estão a gerir mal o clube. E aí entra o papá-Estado para ajudar a gerir bem.
– Há jogadores com salários em atraso e outros a ganharem muito. Como permitiu o papá-Estado uma injustiça destas?? Crie-se já um tecto salarial, o qual não se possa ultrapassar, nem que se percam jogadores. O que é importante é a igualdade salarial.

Assim atingir-se-á a excelência desportiva, estando implícito o desporto sem a competitividade nefasta do capitalismo!

10
Maio
08

Ora aqui está uma imagem do sistema… metropolitano




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