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22
Jul
08

Samurai sem amo a quem prestar vassalagem

Finalmente descobri o a origem do nome de código RONIN. Fico surpreendido com o que os meus neurónios conseguem descobrir.

Portugal, e eu próprio é que ainda não descobrimos Joana ou Maddie. Provavelmente estão enterradas nalgum equivoco entre investigações e filmes, disputas de poder e procuras de protagonismo. Se estivesse envolvido provalemente saberia, que tudo é uma chachada, tipicamente portuguesa. Para falar é preciso sair da Policia, pedir a reforma e depois fazer revelações bombásticas que, bem espremidas, nos deixam no vazio, como é costume….Vai uma lambreta? Talvez o favaiito….Não, um porto.

11
Jun
08

Ainda a raça lusitana

Já os vejo ao longe, agigantando-se numa vaga que varre da terra todos os comunistas e esquerdinos em geral. Os camisas azuis. Agora,  Salazar bem que pode dar voltas no caixão. O sonho de Rolão Preto vai finalmente concretizar-se. O carisma do nosso lider da pátria terrena vai permitir um novo movimento social renovador. O nosso fascismo amaricado vai dar lugar a uma nação forte, com um rumo definido e com um fim em mente. O europeu de futebol é mais um dos fenómenos com uso propagandistico usado pelo nosso ministério de controlo e informações. Percebem-se agora claramente as razões que levam até um lider de aspecto rude e austéro a baixar-se a um qualquer miúdo do futebol bem parecido. É tudo politica com uma finalidade concreta. A cadeia Modelo e Continente já se ofereceu para patrocinar os uniformes com a cruz de cristo gravada numa das mangas da camisa azul. Durão Barroso, o ministro da propaganda (o nosso Goebels, mas com nariz menos aquilino) faz-se ver ao lado de Bush com o intuito de se fazer passar por seu amigo, mas o seu objectivo verdadeiro é derruba-lo na primeira fraqueza demonstrada e reclamar a liderança do mundo, como fizemos no tempo dos Descobrimentos. Muitos portugueses residentes na América esperam apenas uma senha para aderir ao movimento, apoiando o Cherne, tipo uma “Grandola Vila Morena”, mas ao contrário!

A mudança de temperatura pode ter efeitos colaterais, como pensamentos como os que relatei mais acima. Acresce a ansiedade face ao jogo contra a Republica Checa. Espero que o meu nacional-socialismo sobreviva até ao fim do jogo. Se perdermos, lá terei que me resignar à posição semi-periferica que temos em todos  os dominios.

11
Jun
08

A raça

Eu bem avisei lá para trás que a extrema direita estava á espreita, oportunista em tempos de crise. União Nacional, por que não? é mais uma ideologia como tantas outras que nos tormam iguais a nós próprios: sempre os mesmos lamexas e medrosos face à inovação, qualquer que ela seja. Viva a Raça Lusitana (seja o que isso for na salgalhada de pretos, brancos, judeus, monhés, chinocas, russos que por cá andam, ao que se deverá juntar a variedade génética que a história foi construindo num passado de cruzamentos étnicos de gente que por cá andou mas não ficou por cá). Portugueses de olhos azuis e cabelo louro é o meu sonho. Tenho apenas uma dúvida: não serão réstias de Vikings ou das invasões francesas. Aqueles soldados de Soult, Junot e Massena eram levados da breca….

Quem quiser fazer parte da raça lusitana mais pura, a estirpe que se segue, deverá contudo realizar um programa de vacinação anti- parolice. Sim, dentro de cada um de nós, por mais esmerada educação que lhe tenha sido dada, tem um parolo que quer emergir, libertar-se de um casulo que não é o seu, mostrando todo o seu explendor de mariposa que abandonou a fase de crisálida. Vejam os fulanos que são mostrados na televisão como os porta-vozes na nossa Nação.

Por questões de higiene rácica, não podemos ter na seleção portuguesa alguns dos pretos e ciganos que vão marcando um golo aqui e acolá. Fora com o Pepe e com o Quaresma. O próprio Ronaldo não é bem português, já que tem origem numa ilha para onde desterrámos, inicialmente, as gentes que consporcavam o território nacional.

Viva Portugal!

03
Jun
08

Eu tenho um sonho

A salvação do país reside agora numa senhora de aspecto austero de nome Manuela Ferreira Leite (magro, claro está!). A classe política portuguesa já nos habituou a soluções que garantem o nosso bem estar. Sonho já com legiões de triciclos a percorrerem o nosso país, campeão em número de kilómetros de estrada por habitante. A nova prática a instituir é já anunciada com o uso crescente de carros tipo Smart ou motoretas a diesel com revestimento a lembrar vagamente um automóvel. A proxima vaga será a dos triciclos, mais económicos, de baixo consumo calórico de combustivel fossil. Estes veiculos são menos propicios a derrapagens e despistes, assegurando uma condução mais segura. Pais e filhos poderão agora em época de férias que se avizinha disfrutar e partilhar emoções, recordações para mais tarde recordar, fazendo gincana uns coms os outros, a lembrar ralis todo o terreno, mas menos poluentes e com mais baixos custos.

01
Abr
08

Dependências

Dependemos do petróleo e de mão-de obra oriental. Estrutura-se em crescendo uma dependência que tem escapado aos analistas da realidade mundial, que tem acompanhado, paradoxalmente, a industrialização e o industrialismo. A dependencia de opiáceos. Neste momento o território europeu é inundado diáriamente com toneladas de heroina produzidas no Afganistão quase acusto zero e vendidas a preço de ouro. Por enquanto Portugal não é um destino de eleição deste bem que circula com requintes de protecção que desafiam qualquer vigilância ou controlo por mais sofisticado que seja. É a ultima preciosidade oriental avidamente consumida por amantes que lhe querem mais do que tudo o que é imaginavel. Não bastava o petróleo, tendo agora que acrescentar uma substância acastanhada obtida a partir de uma papoila muito linda (uma beleza oriental) de seu nome papavarum somniferum.

01
Abr
08

Encurralados

Se assumimos que o capital não tem território e que obedece a lógicas que não se prendem propriamente com o interesse do vulgar dos mortais, mais paradoxal se torna ainda a dependencia que criámos em relação ao oriente. É a mão de obra barata e o petróleo, por exemplo. A europa (pensando num projecto de desenvolvimento europeu) está encurralada entre sugadores que se movimentam no meio de todos impunemento sujeitando tudo à sua vontada e a a relação provavelmente desnecessária com o oriente. A nossa presença, e a negociação dos termos da mesma torna-se completamente desnecessária se nos desvincularmos destas dependencias. É possivel. Tavez não totalmente, mas é possivel. Os hibridos…. um caminho. Fontes de energia não poluentes que não passam pelo biodiesel (poluente). Será possivel que Portugal se sustente com base impostos aplicados a nivel interno nos utilizadores obrigatórios de combustivel fossil? É um sistema de circulação de capital que não gera riqueza com objectivos de desenvolvimento. Auto-financiamo-nos financiando o Estado com os impostos que nos são usurpados. Um Estado cleptocrata que não gera no cidadão a confiança de dar o seu  investimento como bem aplicado.

01
Abr
08

Governança

Caros leitores, aqui vai mais um raciocinio que vos cabe avaliar em termos de nexo e de racionalidade.

A seguir à primeira guerra mundial tivemos a Sociedade das Nações. A seguir à segunda grande guerra mundial criámos a ONU. A estratégia de Lisboa traçou em 2000 o rumo da União Europeia, mais uma organização de governança supranacional (governança porque é uma governação por relação às circunstâncias, orientações no contexto das tensões impostas em termos planetários). Mas o petróleo ….é que continua a ditar tudo, a realidade objectiva na qual os habitantes do planeta constroem as sus existências simbólicas e culturais. Tanta governação e planeamento a nivel mundial, e um pequeno pormenor a estragar (controlar) tudo: o petróleo. Mas que diabo! O petróleo a desgastar muitos e a engastar (engasgar…) muito poucos. Especulação pura, completamente desprovida de nexo ético. Cuidado, porque o desemprego pode atingir niveis que tornem obvia a procura de inimigos visiveis e invisiveis que expliquem o estado das coisas, privadas e públicas. Ainda vamos voltar a ouvir frases como “resta-me a satisfação de ter erradicado completamente o veneno judaico do solo alemão!”. que vos parece?

06
Mar
08

País de risco (ao meio?)

Ando intrigado. Por onde vai a economia portuguesa (conhecem o livro, claro)? Como se vai governar um país onde ao fim de três semanas ainda não descobriram os bufos do balneário do Sporting?

01
Fev
08

portugal e as lambretas

Caros compatriotas, venho outra vez ao vosso encontro. Vislumbro já um olhar de felicidade no vosso rosto, só por saberem que vou filosofar um bocadito a partir de pedacitos do real nacional observável.  Vejamos: encontro-me eu mais a minha fotocópia em miniatura ( o meu filho Miguel de 3 anos) num café da minha aldeia em Viseu, que se chama Esmolfe (não se riam, é mesmo assim!) a observar as práticas matinais de um qualquer domingo. Varios antigos colegas da escola primaria vão passando e trocando um cumprimento. “tudo bem? Tudo. Vai um martini? Não posso beber de manhã se não ando doido o dia todo. Vou pedir um…mas com gasosa” diz um. Chega outro”….mas com gasosa”. Passaram já cinco. Pedem o primeiro com gasosa, mas a partir do segundo até ao sexto ou ao oitavo, esta água com gaz borbulhante a estragar o nobre martini é posta de parte, como é evidente. Conversa puxa conversa, ……porque já não se pode fumar em recintos fechados, blá blá ´blá,…. e o martini lá vai dando força ás sentenças lançadas ao ar que ninguém contraria”.. futebol mais o governo….está mal….”, mais um martini, se faz favor.

 Conclusões:

Um bêbedo bem integrado socialmente bebe de manhã bebidas finas. Os mais antiquados ainda usam a ginginha;

O orçamento do mês tem como primeira preocupação os niveis de consumo possiveis;

Os bêbedos querem todos ser especiais, mas são apenas bêbedos;

Nunca contrariem um bêbedo. Está bêbedo portanto tem sempre razão;

O bêbedo bate na mulher e nos filhos como forma de afirmação da masculinidade, não precisando de usar, por exemplo perfumes caros;

Um não bêbedo não pode ser levado a sério, é maricas;

As bebidas alcoollicas são parte integrante da existencia humana. A existência é inconcebivel sem alcool;

A cada hora do dia, a sua bebida;

Os bêbedos são os outros. Não se deve admitir que ninguem nos chame bêbedos, seria a mesma coisa que chamar a uma prostituta puta (é onfensivo!);

Os jovens bebem lambreta (martini com cerveja)!

Não levem a sério um jovem que não bebe lambreta, provavelmete é maricas, ou a mulher manda nele.

continua….

13
Jan
08

tiro ao acaso (ao acaso certeiro?)

Caros arrochadores: estou a estudar, para não variar, e a ver os canais de televisão portugueses, infelizmente. Uma questão: não acham estranho aparecerem sempre as mesmas caras? e os mesmos assuntos? as mesmas novelas? os mesmos programas de entretenimento? bons portugueses os que vêem (acho que se escreve assim!) estes abençoados canais, muito na onda do nosso patrono santacombense.

Já agora, e porque nem tudo é mau no mundo, sabiam que o aquecimento global e o degelo das calotes polares facilita a exploração de petroleo nos pólos ? Erradiquem-se todas as formas de energia alternativa. Afinal o modo de produção capitalista sempre faz sentido. Estamos a evoluir a olhos vistos. Até o planeta está a colaborar. Só pode estar tudo a bater certo, um fim mais elevado para a condição humana, com a condescendencia divina. Muito e mais petroleo, mais e mais caro mais e mais imprescindivel. Aqueles do Greenpeace é  que são tolos! E os verdes? Grandes malucos. A Quercus: ridiculo!

31
Dez
07

Aliens

Companheiros de blog, tenho uma revelação importante para fazer: a espécie humana (homo sapiens sapiens) é o resultado do cruzamento de chimpanzés com extra-terrestres, que usam o nosso planeta como tubo de ensaio de hibridações. Não sobrevivem muito tempo no ambiente terrestre, pelo que têm que raptar as cobaias humanas, transportá-las para o seu universo/dimensão e devolver os pobres enxertados o mais rapidamente possivel ao local de onde foram raptados.

 Deu no canal Odisseia ontem. Juro. Está tudo explicado: nós não somos nós, somos uma experiencia extraterrestre realizada só para ver no que vai dar. Espero que não acabe mal com pequenas coisitas, como a total destruição/modificação do meio ambiente.

28
Dez
07

Um saco cheio de medos

Hoje vou-vos contar mais uma alegoria/historia (eta).

Era uma vez….uma macaquita. Pequenina mas que queria ser grande, muito grande. Mais esperta que as suas amigas e irmãs macaquitas. Estudou, estudou, estudou mais ainda,  até que um dia tinha já alargado sobremaneira os horizontes da sua mente. Conseguia finalmente focar a ponta do seu nariz.

 Esta macaquita, que por vezes se distraia e era só uma macacinha engraçada, visualizou uma bolsa com algo que ela precisava muito. Correu, correu, fez  e aconteceu e conseguio deitar mãos a essa bolsa. Tinha agora o retoque que a demarcava das outras macaquitas e macaquitos. Finalmente uma marca de distinção credivel.  Podia agora almejar um galhito mais alto na arvore que a sua mente construio, real  pelas macaquices vividas com os outros  macaquitos.

 Para subir de galho, agora com a bolsa, equipou-se com um saco de equipamento, um saco cheio de medos. Este equipamento assegura-lhe a sobrevivencia, mesmo nas situações mais agrestes, podendo agora legitimar pequeninas macaquices, mas que lhe davam um gozo imenso, do tamanho do comprimento do seu nariz.

 Tem uma mão já no galho que pretende, escutando a voz da sua professora, que lá do alto dos galhos mais altos e mais frágeis, porque mais finos e quebradiços, lhe vai bochechando a informação construida naquela fragilidade, enquanto alterna a sua verborreia com deglutições sofregas dos poucos frutos disponibilizados pela arvore.

 Gostava de um dia poder dizer a essa criatura de Deus, que a fruta não faz mal a ninguém se for comida com moderação e sem quebrar galhos, que são os que a sustentam. A bolsa é sua, mas não a troque por um saco de medos.

27
Dez
07

carta uma amiga ou a reinvenção do homem

Dizia eu que o teu riso tem um pozinho de perlim pim  pim que eu carecia muito, hà muito. Veio de onde menos esperava, mas veio. A realidade social humana pode ser entusiasmante mas também muito aborrecida. Nós os dois somos os juizes supremos do que fazemos em conjunto. Ninguém tem mais legitimidade de avaliador do que o teu sorriso e o meu interesse, o meu sorriso e o teu interesse.
 
Já te tinha dito, mas volto a dizer te que és a pessoa mais saudável que eu conheci. Tens aquela alegria de viver que eu já perdi, que alguns me tentaram dar, e ainda tentam, mas não conseguem, envoltos que estão na certezas sociais. Detesto-as, as certezas. Os códigos e as representações.
Conheci outras pessoas do grupo (…). Pessoas bonitas, jeitosas, mas com fantasmas gigantes, negros, que a cada segundo as absorvem, procurando sobreviver num mundo para onde foram atirados e onde têm que sobreviver.
Antes de agirem, procuram intenções funestas nos outros, procurando acautelar-se de males que lhes fizeram e que jamais vão conseguir compensar. As cremalheiras estão todas desgastadas, em português, f……
Todos querem uma sociedade melhor e diferente, mas confirmam o social em cada milesimo de segundo de acção. Quando não entendem a realidade, não brincam como as crianças, mordem como leoes ou dão patadas como as mulas. Têm o que merecem num jogo do gato e do rato, onde a riqueza potencial de sentimentos se esvazia em estratégias. Não ganham nada, mas o lucro está já em apenas não perder.
Por isso é que o perlim pim pim é importante. Cada um tem o perlim que merece e nós temos que misturar o nosso. Por razão nenhuma em especial, apenas porque a receita se pode perder na infinidade do cosmos, como a chuva na água. Duas gotas apenas que  podem desaparecer na torrente que nos arrasta. Quero que se fundam, mas não se desvaneçam, nunca.
Para você, gracinha.
26
Dez
07

As intermitências da morte

Vem aí um ano novo. Quero acreditar. Quero acreditar que a vida não é uma intermitência da morte, a calma um intervalo no caos e na confusão. Quero acreditar na vontade das pessoas acima das estruturas que as encerram. Quero acreditar que as pessoas observam as suas habitações e não são as suas habitações que as observam. Que temos um trabalho que moldamos e não somos moldados pelo trabalho, na forma como existimos em actos palavras e omissões. Quero acreditar sem recair num num pensamento que descendo ao seu rés-do -chão me arrasta para o oriente do oriente, para um pensamento descontente, contentamento forçado. Quero acreditar que a realização  pessoal não recai nas possibilidades de consumo, nos julgamentos sobre mim e acerca de mim que dele resultam implicitamente, estruturando desestruturações com efeitos objectivos.

 Corremos trás de quê, afinal? Da cenoura pendurada à nossa frente que quanto mais a ansiamos mais se nos escapa, viscosa cada vez mais? Jogar sempre a cuidado, com o silêncio  por trunfo soberano. É esta a fonte do misticismo em torno dos grandes líderes? Precisamente o que se desconhece deles é o que os torna fortes.

Já plantaram uma árvore, porventura? Um tributo ao planeta que nos pariu.

O socorro e a inspiração vêm das pessoas que com as frases mais simples, com os sorrisos mais descomprometidos, por vezes com silêncios, nos dizem “gosto de ti”. Porquê? Por nada, sendo este “nada” tudo. Teremos a idoneidade de responder no mesmo patamar de entendimento “eu também gosto de ti, não sei bem porquê, mas gosto”!

—–já sei, sou aborrecido——– 

23
Dez
07

sanidade mental (acrescento)

Caros arrochadores: verifiquei que por nabice minha não coloquei a mensagem na totalidade, o que dá para perceber. Mas cá vai o resto.

Dizia eu que por complacencia à epoca natalicia tive a oportunidade – talvez proporcionada por um anjo- de poder ser bom para um colega de trabalho. É mais um degrau no caminho da salvação, o caminho do pentecostes (serão cinco costas?, ainda não percebi bem.), estando assim a ajudar o pai natal a distribuir prendas nesta época natalicia. Foi um mimo que concedi a mim mesmo. Uma estruturação do I na exposição de um Self atencioso, em homenagem a mim mesmo. Intenções egoistas portanto. O pai natal não pode fazer tudo sozinho. temos que abrir caminho aos tres reis magos nesta época fria. O Melchior diz que no seu continente natal não apanhava frieiras, mas que em Janeiro as apanha em Portugal. Frieiras, freiras, tres  reis magos, tres pastorinhos, santissima trindade: tudo destoado apenas pelo pentecostes, um cinco a estragar tudo, não bastando já o facto de cada vez mais cedo a população deixa de ter os três, desejos da lampada de aladino. Bom natal, arrochantes.

22
Dez
07

sanidade mental

Estou de parabéns. Nesta época natalicia congratulo-me por ter tentado fazer bem a um colega de trabalho. Por homenagem a mim mesmo. Não é lindo? Eu acho. Penso que assim irei mais facilmente

19
Dez
07

Contradições

Esta minha última composição parece entrar em confronto com a anterior. Mas não. As almas mais inocentes podem revelara a sua mosntruosidade em qualquer altura. É uma questão de timing, de circunstancias. Agora, falando a verdade, só vos vou dizer que além da lua estar em quarto minguante, a maré estar vasa e a pressão atmosférica muito baixa, tudo isto conjugado com o frio intenso e a possibilidade de ter que conviver em contexto de trabalho com uma alma penada há muito abandonada por Deus me está a desafiar para uma fortificação de defesas. É natural, já dizia o nosso amigo Frederich.

19
Dez
07

deus está morto

Ao lerem este título, lembrar-se-ão concerteza de um nosso companheiro de espécie homo sapiens (algumas vezes sapiens demens) começado por N, esse mesmo, aquele distingue sub-homem de super-homem. Dadas as circunstancias, penso que aquele 1% a mais de código genético que nos separa dos símios mais avançados nunca deveria ter nos sido dado, ou por nós desenvolvido. É um desastre. É mais legítimo quem é mais forte, é mais verdadeiro quem pode afirmar-se afirmando a sua verdade e visão do mundo. As tréguas são negociadas. O caos da luta é interrompido com a serenidade tensa, sempre em vias de se esgotar. Todos os agentes se procuram posicionar nas posições mais cimeiras dos campos sociais onde deslocam os seus contentores de massa física, observável. Um fim mais elevado para a condição humana? Deus está doido.

Em Portugal, já passámos esta fase à muito tempo. Manda mais quem pode mais. Quem não manda anda a ver se manda qualquer coisa. Nem que seja lá em casa, na mulher e nos filhos. Quando estes não são receptivos, uma discussão de café sobre futebol serena os animos e funciona como brinquedo anti-stress. Deus nos abençoe.

16
Dez
07

alguma coisa a partir de nada

Antes de mais queria adiantar qualquer coisa sobre o meu nicname. quando se vê filmes do Harry Potter, fica-se com estes nomes na cabeça. É o equivalente aos Nazgull do senhor dos aneis, personagens em metamorfose sempre inacabada, que a partir das cinzas pretendem renascer, qual fenix (em Portugal, fonix).

Deixava convosco uma semente mental, pequenina que pode tornar-se numa Sequoia (acho que têm este nome algumas arvores que chegam a ter 1ooo anos de idade e 100 metros de altura). Cá vai: na interacção face a face com desconhecidos, pouco conhecidos e inconheciveis, procurem activar disposições de construção de estériotipos positivos acerca das reciprocidades que se pretende configurar. As possibilidades são ilimitadas, e variam consoante os osbjectivos. Chamo a esta filosofia «construir alguma coisa a partir de nada». Resulta. E se resulta. O ser humano não tem limites no bom e no mau. Vamos explorar o bom.

 Descobri ao fim de 37 anos de percurso neste planeta que as pessoas emocionalmente só precisam é de um bocadinho de atenção….




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