Archive for the 'europa' Category

22
Jan
08

Formas de Ganhar Batalhas…

18
Jan
08

O Exemplo Alemão…

Com os devidos cuidados de não generalização, a gravidez na adolescência é uma situação que acarreta um conjunto de situações problemáticas. É o interromper (ou mesmo o terminar) de um percurso escolar, promovendo situações futuras de dificuldades de integração profissional ou, no mínimo, de emprego precário. São (diversas vezes) as dificuldades na educação das crianças, tendo em conta a falta de “preparação” para este novo papel, promovido pela dificuldade que estes pais (em muitos casos apenas as mães) têm em receber apoio.

São certamente situações complicadas de colmatar, existindo obviamente a necessidade de prevenir a ocorrência destas situações (onde andas tu, educação sexual?). Mas, sendo certa a sua existência, importa também definir estratégias que permitam minimizar e diminuir a probabilidade destas consequências.

É esta a ideia de governo alemão ao avançar com uma nova política social que pretende atribuir uma baixa de maternidade (assim traduz a Lusa) para as avós de crianças cujos pais ainda não tenham atingido a maioridade, para que possam apoiar os filhos na educação dos netos, promovendo a continuidade da frequência escolar dos pais. Para tal, esta baixa de maternidade terá uma duração máxima de três anos.

Acredito que esta medida possa ter ainda “resultados secundários positivos” relativamente a uma questão que foi tema de debate em Portugal no ano transacto. A Interrupção Voluntária da Gravidez, cujos números poderiam baixar com políticas deste género.

Assim, também, se promove a educação e o desenvolvimento integral das crianças…

02
Jan
08

Quiz…

Um dos primeiros grandes debates políticos que vão ocorrer em 2008 será, sem dúvida, a submissão (ou não) a referendo do tratado de Lisboa.

Dando um pontapé de saída sobre este assunto, lanço três questões:

  • Quem é o autor do texto que transcrevo de seguida?
  • Que responsabilidades terá o mesmo na ocorrência ou não do referendo?
  • Será que a pessoa em causa mudou de opinião?
Pronunciei-me claramente contra a ideia de submeter a referendo popular o Tratado da União Europeia. Não só porque a Constituição não o permitia, mas também porque a adesão do país às Comunidades Europeias, em 1985, e a posterior alteração do tratado, realizada pelo Acto Único Europeu, não tinham sido objecto de referendo. […] os nossos parceiros não deixariam de se interrogar sobre o porquê do referendo, quando antes não tinha sido feito. Um eventual voto negativo podia ser interpretado como um “não” à permanência de Portugal nas Comunidades Europeias […].
Para além de tudo isto, eu achava que, em matéria de referendos, sabe-se como começam, mas não como acabam. O resultado pode ser enviesado, pelo facto dos eleitores descurarem a matéria específica em causa e utilizarem o seu voto por razões de política interna. Acrescia que o novo Tratado era um compromisso alcançado por doze países após longas negociações e, como tal, seria sempre possível encontrar nele coisas que agradavam menos a este ou àquele país. Um político demagógico podia agarrar num ponto menos positivo e, à volta dele, mobilizar os eleitores para votar “não”. […] Notei que um cartaz de propaganda [em Dublin, no dia em que tinha lugar o referendo sobre o Tratado da UNião Europeia] dizia: «Se você não sabe do que se trata, vote NÃO.»
31
Dez
07

Síndrome Felgueiras

McCann querem deixar de ser arguidos para voltar a Portugal.

14
Dez
07

Petição

Bem sei que a higiene e a salubridade são essenciais em qualquer espaço ao qual o público tenha acesso. Bem sei que tem de haver autoridade e regras definidas quanto à vigilância dos espaços que vendem e servem produtos alimentares.

Daí até à actual ditadura higienista que estamos a viver, em boa parte provinda dos desmandos intromissivos de Bruxelas e executados para lá de qualquer contemplação ou flexibilidade pela “polícia” ASAE, vai um grande passo.

Há negócios de economias familiares que têm vindo a encerrar – fazendo crescer os números do desemprego e diminuindo os da contribuição fiscal – locais que faziam parte da tradição de determinadas regiões que deixaram de existir e toda uma cultura gastronómica e de modo de estar que deste modo vai desaparecendo. Em troca temos cada vez mais uma alimentação “empacotada” numa vida “empacotada” situada em condomínios “empacotados” em edifícios atentatórios a qualquer noção de estética, para onde nos deslocamos “empacotados” no utilitário ou “ensardinhados” nos transportes públicos disponíveis.

Podem acusar-me de saudosista e nostálgico, pois terão alguma razão nessa acusação. Para aqueles que comigo estiverem sintonizados apelo à assinatura desta petição.

Bem hajam!

13
Dez
07

O Tratado de Lisboa

Assinou-se hoje o Tratado Reformador de Lisboa da União Europeia.

Concordo, porque defendo este tratado, que devia ser para os portugueses um motivo de orgulho o mesmo ter sido assinado em Portugal e ter no seu nome, o nome de uma cidade nacional.

Ao ouvir as notícias de manhã, fiquei a saber que, como comemoração deste acto, o metro ia ser gratuito e a entrada em alguns museus também. Pensei: não é mesmo uma má ideia. Vou estacionar o carro, apanho o metro para o emprego, mas antes vou visitar um museu.

 

Contudo, verifiquei que afinal, o metro não era gratuito e que se pagava para entrar nos museus…

 

Voltei para o carro e, em transporte privado, atravessei a ponte do Freixo para Vila Nova de Gaia… É que, afinal, o motivo de orgulho para Portugal é para ser comemorado apenas em Lisboa…

12
Dez
07

Lá… como cá…

Bruxelas: Sócrates e Durão vaiados




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