Archive for the 'saúde' Category

01
Jul
08

Não Isa, não foi do tempo. Quer dizer, bem vistas as coisas até foi, porque o tempo do meu computador chegou ao fim… e o que o veio substituir temporariamente estava com um pequeno problema com o WordPress. Ou então era o WordPress que estava com um problema comigo, por o ter trocado por este (a nova morada do meu blog.

Depois desta introdução para justificar a minha ausência, e aproveitada para informar que a morada do meu blog deixa de ser esta e passa para aqui (ENTENDERAM?), resta-me falar do que por este país foi acontecendo.

Para não encher, e porque o que foi acontecendo, foi por mim comentado no meu novo blog… falarei sobre hoje, num post à Marcelo Rebelo de Sousa.

SELECÇÃO Não se entende como o seleccionador nacional ainda não está escolhido. Com o apuramento para o mundial de 2010 está à porta, a demora começa a ser exagera. Principalmente porque selecções em situações semelhantes (veja a Itália e a Espanha) já o fizeram…

MINISTRA DA SAÚDE Guarde-se para memórias futuras estas declarações… a ver vamos o que acontece quando estiver constipada… ou ela queria apenas referir-se mesmo às graves?

FUNDAMENTALISMO antitabágico. Só assim se percebe que deixa de ser permitido fumar tabaco nas coffee-shops holandesas… Apenas tabaco, OK?

NEGÓCIO & RELIGIÃO e a preparação para os mesmos, aqui

Já agora… já vos disse que alterei a morada do meu blog pessoal? É esta

🙂

25
Mar
08

(in)acção social?

Alguém me consegue explicar isto, isto e a não influência disto em todo o desenvolvimento?

O papel dum estado social passa, principalmente nestas situações, por possibilitar à família biológica condições para assegurar a educação dos menores. O que aqui se lê, a ser verdade, é simplesmente do mais ridículo que assisti nos últimos tempos. A acreditar na veracidade dos relatórios feitos pelos psicólogos a retirada dos menores da família de acolhimento deveria ser, simplesmente imediata. Aliás, a acreditar nas versões expostas, nunca aqueles menores deveriam ter sido retirados da família biológica.

Falta, contudo, saber o outro lado da história. Verificar a veracidade dos erros dos serviços que são apresentados nas peças jornalísticas, sendo que cada vez mais me irrita a falta de esclarecimentos (ou a lentidão dos mesmos) que nestas situações demoram a surgir por parte dos serviços competentes. É que essa lentidão não se coaduna com as dinâmicas informativas actuais e, a verdade é que quando esses esclarecimentos demoram a surgir, fica sempre a ideia de que a verdade dos factos é a apresentada, independentemente da realidade.

20
Mar
08

Está cá, mas não está cá…

Resumidamente, foi esta a resposta que ontem me deram, quando me desloquei ao Centro de Saúde da minha área de residência com o meu filhote.

Explicando….

Devido a uma constipação, acompanhada de febre e uma tosse forte e rouca, resolvemos ir com o pequerrucho ao Serviço Nacional de Saúde. Sendo que ainda não eram 19 horas, e não tendo consulta marcada, resolvemos deslocar-nos à consulta aberta do Centro de Saúde, visto sabermos que, com a idade dele, não poderia ter aquela hora, entrada directa no Serviço de Urgência da Pediatria do Hospital de Vila Real.

Ao solicitarmos a consulta a resposta da administrativa foi qualquer coisa como: “a Sr.ª Dr.ª está cá, mas está numa reunião e não pode atender agora“. Ou seja, a única médica de serviç, estava numa reunião e teríamos que aguardar cerca de uma hora para saber se poderíamos ser atendidos.

Felizmente, que no SU da Pediatria do Hospital de Vila Real compreenderam a situação e fomos atendidos.

 

Contudo, e embora com um final feliz, não deixa de ser estranho (ou talvez não) esta situação. Como é possível que a única médica disponivel para as consultas abertas estivesse numa reunião? Não daria para ser realizada fora da hora de atendimento da mesma?

A sorte… é que como não encerraram centros de saúde na zona de Vila Real, a demora foi pequena…

11
Fev
08

Faz hoje um ano…

Do referendo da interrupção voluntária da gravidez. Na altura abstive-me, convencido que era opção mais de acordo com minha consciência. Se soubesse o que iria ocorrer a seguir no que toca a medidas do governo, que na altura sobre elas mentiu descaradamente, teria votado NÃO.

Teria votado Não, porque é inconcebível isentar da taxa moderadora quem interrompe voluntariamente sua gravidez, ao passo que são fechados centros de saúde em muitos pontos do país.

Teria votado Não porque acho execrável que se despenalize o aborto, tal qual foi feito por artimanha jurídica, não apenas após as 10 como após 12 e mais semanas de gravidez. Pois aí não se trata de somente uma interrupção de algo inesperado, mas sim de um crime calculado, irresponsável.

Teria votado Não, devido à impossibilidade de médicos e mais agentes de saúde serem impedidos de invocar objecção de consciência para perpetrar aquilo que para eles, pelo menos para aqueles que utilizassem este recurso,  constitui um crime.

Teria votado Não, acima de tudo porque quem defendeu o Sim, em especial o sector ligado ao governo, mentiu vergonhosamente acerca destas e de outras questões.

 Mas, hoje isto até passa despercebido, pois as mentiras são tantas e tão descaradas… Enquanto isso a vida humana cada vez vai valendo menos.

11
Fev
08

IVG – Um Ano Depois…

Há um ano atrás a Interrupção Voluntário da Gravidez foi descriminalizada. Por estes motivos, nessa altura votei sim… hoje, voltaria a fazer o mesmo…
07
Fev
08

Mais um…

Começo a pensar que deveria existir um qualquer protocolo entre a Direcção Geral de Saúde e as “Estradas de Portugal”, passando pelo Registo Civil…
27
Jan
08

“Cenas” dum Sistema de Saúde Universal (ii)

26
Jan
08

“Cenas” dum Sistema de Saúde Universal

25
Jan
08

Este Ministro é uma Piada…

Correia de Campos em entrevista ao Expresso

20
Jan
08

Pela nossa saúde e pelo Estado em que ela está

É revoltante para todos os portugueses constatar todos os dias, por entre o bulício e espalhafato das TVs, a existência de compatriotas que perderam o acesso a serviços de saúde, quer através do encerramento de unidades de assistência médica quer através da consequente impossibilidade financeira.

Onde antes a comunidade providenciava auxílio aos seus elementos, fosse o médico de aldeia que tantas e tantas vezes não apenas prestava serviço gratuito como também fornecia os fármacos necessários, fosse a carrinha ou o carro dos bombeiros da zona que levase ao hospital mais próximo, fosse a própria morte onde tudo começa e acaba, hoje em dia há a desolação quer do desmoronar da comunidade e do seu espírito quer da dissipação da ilusão da existência de um Estado que suporte unidades de assistência médica, completamente inviáveis no aspecto financeiro.

Desde o Estado Novo e as suas ilusões de providência quase divina fruto da mentalidade estatista do corporativismo salazarista até ao estatismo socialista que se criou um monstro difícil e quase impossível de derrotar: a tutela do Estado sobre a saúde e o ensino.

Monstro esse que agora é responsável por as pessoas que vivem afastadas das áreas metropolitanas das grandes cidades não terem as alternativas que deveriam ter quando o Estado, outrora papá omnipotente e omnipresente, agora se vê obrigado a “fechar a torneira” porque é tempo de “apertar o cinto”.

Continuamos a ser o país com os seguros de saúde mais caros de toda a Europa e com os serviços de saúde privados a praticar as maiores exorbitâncias de acordo com o poder aquisitivo das populações. Estas são as menos culpadas, pois não foram elas que criaram o corporativismo ignóbil da Ordem dos Médicos; não foram elas que criaram a ilusão de um Estado sempre presente; não são elas que nomeiam administradores e gestores da cor política em vigência no poder para os hospitais e institutos públicos de saúde; não são elas que mantêm o cerco apertado às vagas para as faculdades de Medicina para depois se chamarem médicos espanhóis; não são elas que por meio de tutelas e interesses espúrios coarctam a livre concorrência entre companhias de seguros e estabelecimentos de saúde privados. Por fim também não foram elas que tornaram o tema cheque-ensino e cheque saúde um assunto quase maldito e por isso impossível de ser debatido.

Por isso, apesar do sofrimento de todas essas populações e mesmo de todo o povo português, apelar para voltar ao passado é voltar às causas pelas quais o actual estado de coisas se verifica.

20
Jan
08

Em defesa do Serviço Nacional de Saúde geral, universal e gratuito

Porque o acesso à saúde deve estar disponível para todos, independentemente da classe social, do local onde moram. Porque a saúde (e o Sistema Nacional de Saúde) é um DIREITO, fica a petição…

A actual política de saúde, em especial o encerramento de serviços e o corte de despesas necessárias ao seu bom funcionamento, tem degradado o Serviço Nacional de Saúde: o acesso é mais difícil e a qualidade da assistência está ameaçada.

O SNS é a razão do progresso verificado nas últimas décadas na saúde dos portugueses. Ao serviço de todos, tem sido um factor de igualdade e coesão social.

Os impostos dos portugueses garantem o orçamento do SNS e permitem que a sua assistência seja gratuita. Não é legítimo nem justificado exigir mais pagamentos.

Os signatários, reclamam da Assembleia da República o debate e as decisões políticas necessárias ao reforço da responsabilidade do Estado no financiamento, na gestão e na prestação de cuidados de saúde, através do SNS geral, universal e gratuito.

Sincerely,

The Undersigned

18
Jan
08

O Exemplo Alemão…

Com os devidos cuidados de não generalização, a gravidez na adolescência é uma situação que acarreta um conjunto de situações problemáticas. É o interromper (ou mesmo o terminar) de um percurso escolar, promovendo situações futuras de dificuldades de integração profissional ou, no mínimo, de emprego precário. São (diversas vezes) as dificuldades na educação das crianças, tendo em conta a falta de “preparação” para este novo papel, promovido pela dificuldade que estes pais (em muitos casos apenas as mães) têm em receber apoio.

São certamente situações complicadas de colmatar, existindo obviamente a necessidade de prevenir a ocorrência destas situações (onde andas tu, educação sexual?). Mas, sendo certa a sua existência, importa também definir estratégias que permitam minimizar e diminuir a probabilidade destas consequências.

É esta a ideia de governo alemão ao avançar com uma nova política social que pretende atribuir uma baixa de maternidade (assim traduz a Lusa) para as avós de crianças cujos pais ainda não tenham atingido a maioridade, para que possam apoiar os filhos na educação dos netos, promovendo a continuidade da frequência escolar dos pais. Para tal, esta baixa de maternidade terá uma duração máxima de três anos.

Acredito que esta medida possa ter ainda “resultados secundários positivos” relativamente a uma questão que foi tema de debate em Portugal no ano transacto. A Interrupção Voluntária da Gravidez, cujos números poderiam baixar com políticas deste género.

Assim, também, se promove a educação e o desenvolvimento integral das crianças…

03
Jan
08

Atenção…

O Ministro da Saúde está no Telejornal…

03
Jan
08

Eu quero um casino de lisboa só para mim

Três dias depois de a nova lei do tabaco ter entrado em vigor, dois autos foram levantados em Portugal, devido ao incumprimento da nova legislação.

«Um deles foi levantado no Algarve, no dia de ontem, quando o proprietário de um café na Fuzeta chamou a GNR para autuar um cliente que se recusava a apagar o cigarro. Quando a patrulha chegou ao local, o prevaricador já tinha abandonado a taberna pelo que não pode ser identificado. No entanto, a GNR acabou por multar o dono do estabelecimento, por não ter colado os obrigatórios dísticos de proibição de fumar.» [aqui]

 

Arrochadas 2.0 - Lei Anti Tabaco

834,5 de milhões de euros é o valor arrecadado pelo estado em 2007 com o Imposto sobre o Tabaco.

02
Jan
08

Obviamente, demitia-o…

Que a situação relatada hoje nos órgãos de comunicação social, sobre a cigarrilha do presidente da ASAE é um fait divers em relação à nova lei, não existem dúvidas.

Mas, o desconhecimento da lei demonstrado pelo mesmo, obriga a que sejam assumidas as necessárias responsabilidades.

02
Jan
08

Oásis

Pelo menos ainda existem alguém com responsabilidades que, no meio desta balbúrdia e egocentrismo governamental, consegue ser directo, positivo e ter um discurso coerente com a realidade nacional.
29
Dez
07

Os Custos da Racionalização do SNS (ii)

Segundo informações que recolhi no serviço de urgências do hospital de Vila Real, o serviço tem capacidade para 9 internamentos, i.e. 9 camas disponíveis.

Aquando do surto de gripe occorido este ano, só do concelho de Vila Real, ficaram internadas 42 pessoas.

Não seria importante, antes de encerrarem outros serviços, capacitar (a todos os níveis) os restantes para receberem essas pessoas?

29
Dez
07

Os Custos da Racionalização do SNS

Hoje de madrugada, por motivos de saúde dum familiar, tive que me deslocar ao serviço de urgências do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, logo no primeiro dia após o encerramento dos SAP’s de Alijó, Vila Pouca de Aguiar, Murça e Peso da Régua.

Aí, verifiquei uma situação que me fez pensar nas declarações do Ministro da Saúde, ao referir que estas populações ainda iriam agradecer estes encerramentos. Um paciente, entrou no serviço de urgências por volta da 01:00 transportado numa ambulância dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua, sendo que essa mesma ambulância voltou imediatamente para a sua origem (porque, segundo o bombeiro, já poderia estar a ser necessária).

Por volta das 02:30 esse mesmo utente teve alta hospitalar e, visto que na família apenas ele conduz, verificou a existência de duas possibilidades para regressar:

  1. esperar pela manhã para se deslocar de autocarro;
  2. alugar um táxi para fazer essa viagem de 25 km;

Felizmente, digo eu, seria uma família sem grandes dificuldades financeiras, optando por alugar um taxi e regressar ao Peso da Régua.

Mas, e se não tivessem essa possibilidade? Se não tivessem condições financeiras (e o país não está tão bem quanto isso !!!) para alugar um taxi para esse efeito?

Relembro apenas que a saúde em Portugal é, tendencialmente, gratuíta…

14
Dez
07

Eu tenho Médis!

Médis

O Ministro da Saúde visitou um hospital acompanhado pelo director. Ao passarem numa enfermaria deparam com um doente a masturbar-se furiosamente e o Ministro pergunta o que se passa com o paciente.
O director do hospital informa o Ministro de que é um caso patológico que implica que o paciente tenha de ejacular de 2 em 2 horas porque senão os testículos ficam desmesuradamente inchados. A visita continua e logo mais à frente, num quarto, deparam-se com uma enfermeira a fazer sexo oral a outro paciente. O Ministro estupefacto pergunta o que aquilo significa, ao que o director responde, consultando a ficha do doente:
-Sr. Ministro, é um caso absolutamente igual ao anterior, só que este doente vem pela Médis, e não pela Segurança Social.




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